New Orleans – porque ir e quando ir

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New Orleans não é uma cidade bonitinha nem arrumadinha. É um EUA diferente, eu diria. Não é um destino que eu chamaria de incrível, ou maravilhoso. E certamente não é para todos. New Orleans pode ser suja, chuvosa e bagunçada. Mas existem razões para ir e gostar de New Orleans. Estas foram as razões pelas quais eu gostei de New Orleans e resolvi voltar em 2016. Todo o estado da Louisiana tem uma história interessante. A região foi ocupada pelos franceses e depois pelos espanhóis, até passar para os americanos. Portanto, as influências francesas e espanholas estão na comida, música Continuar lendo…

o que fazer em Bali

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Minha primeira impressão de Bali não foi tão boa, como comentei aqui. Meus primeiros dias em Kuta estavam bem longe do que eu ansiava daquela ilha. Os turistas australianos bêbados, o trânsito, o barulho, os vendedores de shake de cogumelo, os souvenirs cafonas, vendedores insistentes de transporte e bugingangas… “taxi? where you going? massage? beer? mushroom?” A minha vontade era de gritar: “me deixem em paz!” ou pegar o primeiro voo pra Tailândia, ou Laos ou Camboja. Um dia andando na rua Jalan Legian vi um gringo com uma blusa que dizia “no transport, no massage” – cômico, porém útil. Continuar lendo…

Golden Eye, um hotel de luxo sem pressa na Jamaica

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A Jamaica nunca esteve na minha travel to do list, até que… Escutei falar sobre o hotel Golden Eye. Não por ser um hotel de luxo, mas por ser um hotel boutique de experiências. Longe de ser opulente e pretencioso, o Golden Eye é pra quem gosta de um estilo rústico-chique-pé na areia. O proprietário, Chris Blackwell, dono da gravadora Island Records, descobriu talentos como Bob Marley e Grace Jones. Portanto, a trilha sonora do hotel é daquelas que dá vontade de copiar todas as playlists. Um dos segredos mais bem guardados da Jamaica (até do Caribe, eu diria), o Continuar lendo…

o que fazer em Dubai

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Cheia de superlativos, Dubai, apesar de ser desprovida de alma, oferece diferentes diversões. Eu não gosto de Dubai, mas ela serve como um ponto de descanso no caminho para a Ásia. Agora, tem sim ótimos restaurantes e bonitas galerias de arte.   A cidade do prédio mais alto do mundo (Burj Khalifa), a maior ilha artificial do mundo (Palm Jumeirah) e o maior shopping do (Dubai Mall) pode ser um playground. Mas então – o que ver em Dubai? A vista do topo do Burj Khalifa. O prédio mais alto do mundo, com 828 metros, oferece uma vista interessante da Continuar lendo…

o que fazer em Lima, Peru

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Se não fosse pela gastronomia, Lima seria um pouco como Johanesburgo. Eu teria que implorar pra você dar uma chance à cidade. Mas como virou polo gourmet, já tem gente parando lá por 2 ou 3 dias. Que ótimo, então eu talvez não tenha que implorar tanto. O Peru é muito mais do que Cusco e Machu Picchu. E Lima, a capital fria e cinzenta, tem muito mais do que ceviche e pisco. Acredite. Sou suspeita, passei minha infância por lá e tenho apego emocional e memórias registradas em dezenas de álbuns que minha mãe fazia. Mas é verdade, dê Continuar lendo…

experiências gastronômicas em Luang Prabang, Laos

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Cercado por terra, sem porto para o comércio, o Laos não espalhou sua cultura mundialmente como a Tailândia e o Vietnã, e portanto sua cultura culinária permaneceu desconhecida e pouca explorada. Bem diferente do Ocidente e até de sua vizinha Tailândia, a comida do Laos pode parecer estranha. A concepção equivocada que a comida de Laos é parecida com a Tailandesa é por conta da popularidade da culinária Isaan na Tailândia. Essa região no norte da Tailândia, já foi território do Laos no passado e portanto tem uma raíz laociana, como a salada de papaya verde e o arroz grudento Continuar lendo…

Oaxaca – a verdadeira cultura e arte mexicana

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Eu cheguei em Oaxaca entre as manifestaciones que congestionavam as ruas e o Zócalo (praça principal). Na Cidade do México as manifestações também estavam deixando o trânsito ainda mais caótico por conta da mudança de uma lei sobre a formação de professores de escolas públicas. No meio desse “occupy Oaxaca” eu queria mesmo era descobrir a arte da cidade, comer mole, e ver as cores e pimentas dos mercados. A maioria dos brasileiros (e turistas do mundo inteiro) vai para o México atrás das belas praias, seja do Golfo ou do Pacífico. O que eu tenho pra dizer é que se Continuar lendo…

templos com pinturas de pênis e outras lendas do Butão

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Nosso segundo dia no país da felicidade interna bruta, de belas paisagens e cultura cuidadosamente mantida foi entre Thimphu e Punakha. No caminho até Punakha saindo de Thimphu, paramos no Dochula Pass, que oferece uma vista panorâmica de 360 graus da cordeira do Himalaia, que seria mais apreciada se não estivesse aquela neblina densa. Este monumento é feito de 108 “chortens” construídos pela Rainha Mãe em homenagem aos soldados butaneses que morreram na luta contra os rebeldes indianos em 2003. Mas o que é um chorten? É a versão tibetana da “stupa” (ou estupa), um monumento religioso, usado para armazenar Continuar lendo…

Melbourne, onde todas as tribos se encontram em bares incomuns

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Cidades com bairros distintos, diferenciáveis e cheios de individualidade me atraem. É como se várias pequenas cidades se juntassem pela energia maior da urbe que as abriga. Nova York, Paris e Londres indiscutivelmente tem este aspecto multicultural, multicolorido, multiurbano. E Moulbourne também. Nas devidas proporções. Quando penso em cidades que aprecio verdadeiramente, percebo que são aquelas que têm bairros onde você pode passar um final de semana inteiro nele, explorando incansavelmente e não deixa de fazer pequenas (e grandes) descobertas aprazíveis. Sem muito glamour, apesar de ser uma cidade extremamente europeia, Melbourne me cativou pelos cafés, pequenas lojinhas criativas, arte Continuar lendo…

Bali é mesmo um paraíso?

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“Se isso for Bali, vou voltar pra Tailândia.” Murmurei impaciente. Australianos embriagados se abraçavam desequilibrados, apalpavam a bunda das companheiras, o trânsito e as ruelas mal iluminadas pareciam um grande camelô e tudo aquilo me irritava. Esta não era a Bali que eu tanto ansiava. Viajávamos há 8 meses e a exaustão dos deslocamentos e planejamentos já mordiam meus calcanhares. Como Gu tem amigos que frequentam Bali e um conhecido que mora lá, deleguei os primeiros dias na ilha. Felizmente só os primeiros dias. O trânsito e os carros de janela aberta e música alta na rua principal de Kuta Continuar lendo…