animais

iguanas dragões na ilha de Santa Cruz, Galapagos

Acordei, o sol ainda raiando, olhei pela janela, e naquela imensidão azul do mar tinha um pelicano boiando, logo embaixo da minha janela.

Só a presença daquele animal, ali tão perto, me deu uma injeção de ânimo e emoção. Nem sono eu sentia. Roupa, tênis, chapéu, protetor, repelente, câmera, e lá vou eu, rumo à ilha de Santa Cruz, na Colina do Dragão. Esta área é chamada assim, pois é onde as iguanas habitam, onde há a maior concentração delas, que podem ser tão grandes, que lembram um dragão por terem unhas enormes e crista pontiaguda.

A água é clara e límpida.

Logo na chegada vimos um pelicano nas rochas.

E siris vermelhos passeando.

Tem cactos enormes, com espinhos verticais, para se protegerem dos predadores (as iguanas), parecem, de longe, ser peludos. A variedade é incrível, são verdadeiras esculturas naturais.

Passamos por uma lagoa e tinha apenas um flamingo.

Por que apenas um? Me explicaram que os flamingos não andam necessariamente em bando e migram bastante, por isso são difíceis de ser encontrados, e a população de flamingos em Galapagos é bem pequena – entre 1200 e 1500 em todo o arquipélago.

Nessa trilha pude ver várias aranhas com teias enormes. Por isso é importante permanecer sempre na trilha.

Lagartixas coloridas.

Vimos várias iguanas e aprendemos um pouco sobre esses animais que são caçados por cobras e aves, mas vivem até 60 anos.

O desembarque é seco, nas pedras.

Duração da trilha: 2 horas, em terreno plano com algumas colinas.

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