o simbolismo da libélula

o simbolismo da libélula

Foi no Vietnã e em Laos que aprendi sobre o simbolismo das libélulas. Estas pequenas, frágeis e ágeis criaturas sempre me chamaram a atenção, e agora que sei que o representam nestas culturas Asiáticas, as aprecio ainda mais. No Vietnã, tradicionalmente, a libélula é o símbolo da transformação e o processo constante de mudança da vida. Elas são excelentes voadoras, disparam como a luz e mudam de direção com rapidez. Considerada uma mensageira, ela transita entre ar e água, transpassando as influências de ambos os elementos por onde passa. Renovação, forças positivas e o poder da vida são as principais Continuar lendo…

vaso Vista Alegre, pintura de Chichorro e livro de Mia Couto

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Conheci em Maputo o vaso de porcelana da Vista Alegre (empresa portuguesa referência em louça), da coleção limitada chamada 1+1=1. É uma edição comemorativa em homenagem aos grandes nomes da arte e literatura moçambicana. O vaso é da Vista Alegre, a pintura é do artista Chichorro, conhecido por suas pinturas e ilustrações coloridas, emblemáticas de Moçambique, e o texto do livro “Mar me Quer” que vem junto com o vaso é de Mia Couto, publicado em 1998, um dos textos mais admirados do autor. A edição limitada conta com 1.000 peças exclusivas. A loja da Vista Alegre de Maputo foi Continuar lendo…

as capulanas de Moçambique

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“A capulana pode ter origem no exterior mas é moçambicana pelo modo como a amarramos. E pelo modo como esse pano passou a falar conosco” diz Mia Couto. Ela retrata Moçambique. A capulana é um pano estampado tradicional de Moçambique, usado pelas mulheres como uma canga, envolvendo o corpo. Ela pode ser usada como saia (quase sempre), mas também tem a versão de blusa e o pano da cabeça. As estampas de cores ora vivas, ora terra, são lindas e usadas por todo o país. São encontradas em ambulantes e lojas especializadas. Em Maputo, uma loja tradicional de capulanas é Continuar lendo…

livro Kate Spade New York: Things We Love

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Uma das minhas últimas aquisições de livros lindos nos EUA foi o Kate Spade New York: Things We Love que é uma inspiração. Grande, capa dura, daqueles pra enfeitar a casa, o livro tem um colorido lindo, pra alegrar a mesa e servir de eye candy. As fotos são incríveis e tem um quê vintage. É um livro pra toda hora e que com certeza as amigas que visitarem vão pegar pra folhear. A proposta do livro é compartilhar 20 anos da marca Kate Spade, suas inspirações e curiosidades. Ele é dividido em capítulos, alguns dos assuntos são: a cor Continuar lendo…

que som bom – Birdy

Birdy

Jasmine van den Bogaerde é uma cantora inglesa de apenas 16 anos. Ela ganhou a competição de calouros Open Mic UK na Inglaterra em 2008 e pronto, estourou. Conhecida como Birdy, ela canta e compõe lindamente. A música dela é gentil nos ouvidos, ótimo pra ouvir trabalhando ou pra inspirar e começar o dia. A voz doce desta menina vem conquistando fãs no mundo todo e algumas de suas músicas, covers de outras bandas, estão nas listas de mais ouvidas nas rádios da Europa e Estados Unidos. A versão dela da música “Skinny Love” de Bon Iver . . e da Continuar lendo…

Parque das Ruínas, Santa Teresa – Rio de Janeiro

Parque das Ruínas Santa Teresa centro cultural Rio de Janeiro 2

O Parque das Ruínas é outro lugar em Santa Teresa que eu adoro. Lembram que falei do Museu Chácara do Céu? O Parque das Ruínas fica ao lado, então você sai de um e já visita o outro. Ótimo programa cultural no Rio. Ele fica no terreno de um antigo casarão que era uma residência de luxo onde tinham apresentações musicais, literárias  e de dança. Local onde Villa Lobos e Isadora Duncan se apresentaram. A antiga proprietária, Laurinda Santos Lobo, promovia estes eventos culturais. Mas quando morreu, tudo mudou. Abandonado, a mansão foi saqueada e dizem que até foi invadida Continuar lendo…

a coleção de selos da Jane Austen

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Foi lançada recentemente a coleção de selos da Jane Austen na Inglaterra. Como eu adoro e coleciono selos, fiquei babando por estes. Os selos comemoram o aniversário de 200 anos do livro Orgulho e Preconceito e tem ilustrações de cenas de várias obras de Jane Austen, entre eles – Razão e Sentimento, Mansfield Park, Emma, Persuasão e A Abadia de Northanger. Porque Jane Austen? Por que ela é um ícone da literatura britânica e deixou, através de seus livros, um legado na cultura do país nos últimos séculos. A arte é de Angela Barrett. Pra quem ainda não leu os Continuar lendo…

Where Chefs Eat – um guia de restaurantes feito por chefs de cozinha

livro Where Chefs Eat guia de restaurantes no mundo feito por chefs de cozinha 2

Comprei a pouco tempo um livro maravilhoso pra pesquisa de viagem e gastronomia, o Where Chefs Eat, lançamento da editora Phaidon, que adoro (dos guias Wallpaper). Como gosto de pesquisar a fundo aonde ir e aonde comer e sempre evito os lugares “pega turistas”, nada melhor do que dicas de quem entende do assunto (gastronomia) e mora na cidade, não é verdade? O livro Where Chefs Eat é um guia com os restaurantes preferidos de chefs de cozinha (renomados e menos conhecidos) em diversas cidades do mundo. Ou seja, uma ferramenta de pesquisa ideal pra foodies e travel junkies como Continuar lendo…

que som bom – Ludovico Einaudi

Ludovico Einaudi

Quando o filme Intocáveis começou, com aquela trilha indelével de Ludovico Einaudi, já comecei a chorar. E não sou de chorar em filme. .   É que a música de Ludovico faz parte de minha vida há muito anos. Quando estive em Modena, a família italiana com quem estava hospedada me presenteou com o CD Una Mattina e ele se tornou meu pianista preferido. De lá pra cá, comprei todos os CDs dele e ele me acompanha em viagens, antes de dormir, ao trabalhar, na inspiração… Tem anos que Ludovico Einaudi e eu andamos juntos. .   Já tentei ver Continuar lendo…

a fotografia de Zwelethu Mthethwa

Zwelethu Mthethwa 4

Compartilho com vocês o trabalho do fotógrafo sul africano Zwelethu Mthethwa. A fotografia de Mthethwa foca em portrait, ou seja, fotografia de pessoas. A proposta dele é expor a identidade verdadeira e completa de seus modelos. Ele diz que portrait é a arte de chegar à pele das pessoas. Mas ele não quer só captar a aparência física, ele também quer mostrar a relação que eles tem com seus pertences, seus ambientes, seus habitats. Mthethwa confessa: muito do seu trabalho é autobiográfico – reflete um pouco de sua personalidade e identidade. Sua última série “Hope Chest” ou baú da esperança Continuar lendo…